Já tornou-se lugar comum ouvir que em tempos de “crise” deve-se “cortar” o “s” para obter-se o “crie”, na intenção de alertar ou lembrar que é em tempo de crise que se criam novas oportunidades. Muitos falam como se fossem especialistas de plantão, explicando demoradamente e citando vários exemplos, no entanto a grande maioria nem tem ideia de “como” é possível criar essas oportunidades – e é isso que pretendo explicar neste artigo.

É da natureza humana funcionar no “automático” e na “zona de conforto”. Essa forma de funcionar é estruturada com os valores, crenças e necessidades de cada pessoa – e nem sempre as pessoas percebem que agem de determinada forma para atender seus valores, crenças e necessidades. O que a crise faz é tirar o indivíduo da zona de conforto e mostrar que só funcionar no automático mantém a situação como está – em geral com dificuldades. Se o indivíduo ficar só pensando nas dificuldades e nos problemas, não sobra espaço na mente para que surjam novas ideias, ou insights. O mais adequado é voltar a mente para o “estado desejado” e colocar a mente para trabalhar na busca dos recursos, internos e externos,  necessários para chegar-se lá. É importante responder as perguntas “quem sou?” e “quem serei?”. Um segundo passo é tentar reconhecer os valores, crenças e necessidades que regem o seu dia-a-dia – e essa é a parte mais difícil, pois o funcionar no automático não nos dá consciência do porque agimos de determinada forma. Esse reconhecimento dará permissão e motivação para que efetivamente se possa tomar as ações necessárias às novas empreitadas – isso responde o “por que” faremos algo. O passo seguinte é saber “como?”, para obter-se a estratégia necessária. Em seguida deve-se responder “o que será feito?” para determinar as “ações” a realizar. E por fim, é necessário determinar prazos e locais para as ações, para que fique claro “quando” e “onde será” feito. Escrever tudo isso é relativamente simples, o difícil é implementar. A dificuldade estará diretamente ligada ao seu perfil comportamental e suas competências – que tal conhecê-los?

Isso tudo pode ser muito difícil de fazer sozinho, a “crise” entra como uma segunda “entidade” para dar um empurrãozinho – o problema é que às vezes o empurrãozinho é para trás e não para frente. Existem várias opções para que você tome consciência de “como você funciona” e como aprimorar-se para seguir adiante com boas conquistas, mas uma das mais aclamadas nas últimas décadas tem sido o Coaching, que não diz a você como chegar na meta desejada, mas desenvolve seu potencial para que você mesmo faça suas conquistas.

Se quiser falar mais sobre esse tema, entre em contato comigo.

Sucesso!!!

 

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